sexta-feira, 9 de abril de 2010

Bem- me- quer...




"Mal-me-quer, pensou com tristeza, vendo a última pétala. Depois lembrou que não tinha pensado em ninguém, e ficou ALEGRE outra vez."

"... e seria bom que eu não tivesse visto nunca mais."




"(...) podia falar de quando te vi pela primeira vez
sem jeito, de repente, te vi assim
como se não fosse ver nunca mais
e seria bom que eu não tivesse visto nunca mais
porque de repente vi outra vez
e outra e outra
e enquanto eu te via
nascia um jardim de flores nas minhas faces."

Caio Fernando Abreu
“Tudo de alegrias e de tristezas conheci
Coisas do amor e do sofrer eu já senti
Nada me transforma a alegria de viver
Ver a noite vir e sorrir ao sol nascer
Vivo esperando o novo dia
Que irá trazer a luz que sempre ficará!”

Cartola



No fim da avenida existe uma chance, uma sorte, uma nova saída são coisas da vida.. ♪

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Música ao longe. Érico Veríssimo.



“Fica à janela olhando para fora. O sol está pálido nas ruas, nos quintais e nos telhados. Uma nesguinha de céu azul entre nuvens cor de sépia. A paineira sem flores. Os canteiros em ruínas onde as rosas morreram. O frio. E esta tristeza opressiva, sombria, que faz a gente sentir-se velha, velha como a tia Zezé, velha de já ter sentido todas as desilusões e conhecido todas as dores do mundo. Mas lá no fundo, bem no fundo de seu espírito, fala de mansinho uma voz secreta que lhe diz que apesar de tudo, a vida tem presentes bonitos para nos oferecer. Amanhã... quem sabe? Talvez na primavera. Talvez”

terça-feira, 30 de março de 2010

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(...) e to achando bom, tô repetindo: que bom Deus que sou capaz de estar vivo sem vampirizar ninguém, que bom que sou forte, que bom que suporto, que bom que sou criativa e até me divirto e descubro a gota de mel no meio do fel. colei aquele “Eu Amo Você” no espelho. é pra mim mesma.

[Caio F. Abreu]

segunda-feira, 22 de março de 2010


"Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu. "